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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Defesa Civil prepara Formulario de Avaliação de Danos

A Prefeitura de Angra, através da Defesa Civil Municipal, fechou na terça-feira, 5 de janeiro, o Formulário de Avaliação de Danos para o Sistema Nacional de Defesa Civil. O documento validará o Decreto de Calamidade Pública para o recebimento de recursos . A homologação do decreto (de nº 7.313 em 1° de janeiro de 2010), depende do governo federal que analisará o documento, como também a liberação de recursos para reconstrução do município.


No documento. a Gerência de Engenharia aponta os 61 bairros do município que sofreram com escorregamentos ou deslizamentos, com eventos secundários, enxurradas ou inundações bruscas, devido à forte chuva que caiu sobre o município das 15h da quarta-feira, 30 de dezembro de 2009, às 3h30 de sexta-feira, 1° de janeiro de 2010. Neste período foram registrados no pluviômetro instalado na sede da instituição, no São Bento, 417 mm de chuva, ultrapassando a média para todo o mês de dezembro, que era de 225,3 mm.

Avadan, como é chamado o documento, retrata o cenário do município após o desastre.  Nele é relatado o número de pessoas que sofreram danos físicos durante o processo; desalojadas (temporariamente em casa de parentes ou amigos), 2.284 pessoas; desabrigadas (assistidas em abrigos mantidos pela prefeitura), 652; deslocadas (pessoas que após as chuvas saíram do município), 80; desaparecidas, 2 (até esta data, no Morro da Carioca e na Praia do Bananal); levemente feridas, 31; gravemente feridas, 9; mortas, 52 (agentes das Defesas Civil Estadual e Municipal, continuam as buscas por duas vítimas, uma na Praia do Bananal e outra no Morro da Carioca). Os danos materiais causados a edificações também foram intensos, e estão no Avadan. Casas populares, 307 danificadas e 1.207 destruídas; outras residências (mansões, condomínios de luxo, entre outras), 4; pontos comerciais, 73 danificados e 1 destruído. Foram identificados também  a quantidade de acessos que sofreram danos: 9 quilômetros de estradas danificados e 11 km destruídos; 159, 3 mil m² de pavimentação de vias urbanas danificadas.

Meioambiente
O meio ambiente também sofreu as consequências por causa deste desastre em Angra dos Reis. A flora teve um índice de desmatamento considerado muito alto e o solo também sofre com as erosões. A conclusão do relatório dá conta de que o nível de intensidade do desastre foi IV (último índice da avaliação), de acordo com a Codificação de Desastres, Ameaças e Risco (CODAR), ou seja, que o porte do desastre foi considerado muito grande.

Bairros Atingidos
Os bairros atingidos pelo temporal são: Centro, Bonfim, São Bento, Morro do Abel, Morro da Carioca, Morro Santo Antônio, Morro da Caixa D’ Água, Morro do Carmo, Morro da Fortaleza, Morro do Perez, Morro do Tatu, Morro da Glória, Morro da Glória II, Balneário, Parque das Palmeiras, Encruzo da Enseada, Sapinhatuba I, Monte Castelo, Sapinhatuba III, Mombaça, Camorim Pequeno, Camorim, Areal, Banqueta, Campo Belo, Frade, Lambicada, Marinas, Morro do Bulé, Monsuaba, Divinéia, Praia do Anil, Praia Vermelha da Ilha Grande, Retiro, Ribeira, Praia do Machado, Biscaia, Ponta Leste, Araçatiba, Bananal, Colégio Naval, Jacuecanga, Morro da Cruz, Praia da Chácara, Praia do Jardim, Praia Grande, Tanguá, Vila Velha, Gamboa do Belém, Parque Belém, Praia da Longa, Garatucaia, Parque Mambucaba, Parque Perequê, Japuíba, Ponta dos Ubás, Enseada do Sítio Forte, Enseada das Estrelas, Proveta e Sertão de Mambucaba. Fonte:PMAR

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